O respeito aos LGBT chegou à polícia. E de forma explícita. Ao menos em Manchester, na Inglaterra. A polícia da cidade pintou algumas viaturas com as cores do arco-íris para celebrar o orgulho gay.
Nas camisas dos policiais repetem-se as mensagens colocadas no carro: “polícia com orgulho” e “acabemos com os crimes de ódio: denuncie-os”. Uma ideia que mostra que ingleses se preocupam em combater a violência e o preconceito homofóbicos e que poderia ser copiada por aqui.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
DOMINGO DIA 3 DE AGOSTO TEM CONCURSO DE MISS EM SÃO PEDRO DA ALDEIA
No próximo Domingo, dia 3 de Agosto, acontecerá no Teatro Átila Costa o
Concurso que promete abalar a amizade de muita transformista da Região.
O Miss Região dos Lagos Gay !
O concurso conta com candidatas de toda a região, se degladiando pelo título de " A Mais bela entre todas e não se fala mais nisso "
O concurso é organizado pelo Grupo Aldeia Diversidade e conta com uma grande equipe que está tomando conta de todos os preparativos para o evento sair impecável.
No corpo de Juri, personalidades da Cena LGBT da Região como Hadassa Silveira, Presidenta do Grupo Arraial Free, eu claro, porque entendo tudo sobre beleza, Luciano Paiva carnavalesco e decorador da Boate Angels Club e as Divas Sheila Veríssimo, atual Miss Brasil Gay, Ava Simões, Ex Miss Brasil Gay e Kennya Smith, atual miss Rio de Janeiro Gay entre outros.
O concurso que desde à primeira postagem nas redes sociais já deu muito ejó e confusão já é assunto entre os grupinhos das que se montam provocando um frisson geral. Quem será a mais bela gay da Região dos lagos?
Pra quem quiser presenciar esse babado de perto, o valor da entrada R$ 20,00 e o concurso começa pontualmente às 19:00 no Teatro Átila Costa - Bairro Nova São Pedro - São Pedro da Aldeia - Rio de Janeiro.
Concurso que promete abalar a amizade de muita transformista da Região.
O Miss Região dos Lagos Gay !
O concurso conta com candidatas de toda a região, se degladiando pelo título de " A Mais bela entre todas e não se fala mais nisso "
O concurso é organizado pelo Grupo Aldeia Diversidade e conta com uma grande equipe que está tomando conta de todos os preparativos para o evento sair impecável.
No corpo de Juri, personalidades da Cena LGBT da Região como Hadassa Silveira, Presidenta do Grupo Arraial Free, eu claro, porque entendo tudo sobre beleza, Luciano Paiva carnavalesco e decorador da Boate Angels Club e as Divas Sheila Veríssimo, atual Miss Brasil Gay, Ava Simões, Ex Miss Brasil Gay e Kennya Smith, atual miss Rio de Janeiro Gay entre outros.
O concurso que desde à primeira postagem nas redes sociais já deu muito ejó e confusão já é assunto entre os grupinhos das que se montam provocando um frisson geral. Quem será a mais bela gay da Região dos lagos?
Pra quem quiser presenciar esse babado de perto, o valor da entrada R$ 20,00 e o concurso começa pontualmente às 19:00 no Teatro Átila Costa - Bairro Nova São Pedro - São Pedro da Aldeia - Rio de Janeiro.
CAPÍTULO 15 DE BIANCA VAGABUNDA- Uma trintona em crise
EU SOU NEGUINHA
O viaduto Negrão de lima é realmente um viaduto que um grupo de pessoas resolveu fazer festa embaixo. Com o passar dos anos o negócio foi ficando insuficiente e resolveram dar uma guaribada no recinto colocando tapume, som adequado e iluminação.
É a maior aglomeração de negros e negras fashion de Madureira, tirando o fato de virem outros de varias partes do Rio, o babado é frenético.
Como eu sou branca quase transparente, precisava de uma maneira de sobressair num local onde quem tem mais melanina é rainha. Me besuntei de urucum com azeite de dendê e não sei como não tinha uma nuvem de mosquitos e abelhas atrás de mim.
Ainda aturdida com o que Ogan Vanilson havia me dito, o modo com que me abordou, estava meio desconcentrada no ambiente.
O que estaria acontecendo na alta cúpula do centro? Que segredos escabrosos eu poderia descobrir? Valeria a pena estar nesse emaranhado de confusões que poderiam estar acobertando o estopim de algo muito maior como uma morte por exemplo?
Procurei me distrair, fui até um ambulante e pedi uma dose dupla de Dreher com um pouco de creme de ovos só pra dar a primeira esquentada da noite, catei uma lata de energético jogada no meio fio e derramei meu loló dentro. Pronto! A noite estava começando e dali por diante era cada uma por sim. Como eu não sabia fazer nenhum passo de Charme, minha jogada era segurar na caixa de som e rebolar até o chão até perder a sanidade de tanto loló baforado. Sempre dava certo.
O público do Negrão de Lima se dividia em duas partes:
A das negras belíssimas com cara de Naomi Campbel que tinham os cabelos mais lisos do universo e as sobrancelhas que encostavam na nuca e das negras muito feias e pobres que tinham que se contentar com nagô, canecalon e tamanco com salto de cortiça. Poucos homens pagavam bebidas para esse grupo e por azar eu tinha feito amizade com uma delas. Zuleide da Portela, que era costureira da Escola e só tinha uma vida mais ou menos em época de carnaval porque roubava material da agremiação pra fazer roupa pras prostitutas do Balança.
de toda forma, quando tinha puta no ambiente, certamente conheciam Zuleide e isso tornou sua vida mais amena, levando-se em consideração que não existe um lugar na face da terra que não tenha ao menos 5 putas mesmo que no ambiente só existam 10 pessoas e todos sejam homens.
Zueide me mostrou quem mandava em que no Negrão de Lima, quem era o mais bem dotado, quem só comia mulata e quem se divertia com as brancas. Me ensinou que pra estar ali eu precisava me vestir com mais estilo e que ao menos uma calcinha com enchimento eu precisaria usar pra competir com as cavalas que andavam por ali.
Só olhei a nos olhos e balbuciei:
Zuleide querida, aqui nesse lixão, pode ser preta, pode ser branca, pode ser índia, todas tem no meio das pernas a joia mágica do poder: O nome dela é Xana.
Saiba usa-la e você terá qualquer homem aos seus pés.
Zuleide fez uma cara de quem não acreditou muito e retrucou:
Pois bem xoxotuda de Madureira, me prove...
E eu decidi provar...
CONTINUA...
PARA LER AS OUTRAS POSTAGENS CLIQUE AQUI
O viaduto Negrão de lima é realmente um viaduto que um grupo de pessoas resolveu fazer festa embaixo. Com o passar dos anos o negócio foi ficando insuficiente e resolveram dar uma guaribada no recinto colocando tapume, som adequado e iluminação.
É a maior aglomeração de negros e negras fashion de Madureira, tirando o fato de virem outros de varias partes do Rio, o babado é frenético.
Como eu sou branca quase transparente, precisava de uma maneira de sobressair num local onde quem tem mais melanina é rainha. Me besuntei de urucum com azeite de dendê e não sei como não tinha uma nuvem de mosquitos e abelhas atrás de mim.
Ainda aturdida com o que Ogan Vanilson havia me dito, o modo com que me abordou, estava meio desconcentrada no ambiente.
O que estaria acontecendo na alta cúpula do centro? Que segredos escabrosos eu poderia descobrir? Valeria a pena estar nesse emaranhado de confusões que poderiam estar acobertando o estopim de algo muito maior como uma morte por exemplo?
Procurei me distrair, fui até um ambulante e pedi uma dose dupla de Dreher com um pouco de creme de ovos só pra dar a primeira esquentada da noite, catei uma lata de energético jogada no meio fio e derramei meu loló dentro. Pronto! A noite estava começando e dali por diante era cada uma por sim. Como eu não sabia fazer nenhum passo de Charme, minha jogada era segurar na caixa de som e rebolar até o chão até perder a sanidade de tanto loló baforado. Sempre dava certo.
O público do Negrão de Lima se dividia em duas partes:
A das negras belíssimas com cara de Naomi Campbel que tinham os cabelos mais lisos do universo e as sobrancelhas que encostavam na nuca e das negras muito feias e pobres que tinham que se contentar com nagô, canecalon e tamanco com salto de cortiça. Poucos homens pagavam bebidas para esse grupo e por azar eu tinha feito amizade com uma delas. Zuleide da Portela, que era costureira da Escola e só tinha uma vida mais ou menos em época de carnaval porque roubava material da agremiação pra fazer roupa pras prostitutas do Balança.
de toda forma, quando tinha puta no ambiente, certamente conheciam Zuleide e isso tornou sua vida mais amena, levando-se em consideração que não existe um lugar na face da terra que não tenha ao menos 5 putas mesmo que no ambiente só existam 10 pessoas e todos sejam homens.
Zueide me mostrou quem mandava em que no Negrão de Lima, quem era o mais bem dotado, quem só comia mulata e quem se divertia com as brancas. Me ensinou que pra estar ali eu precisava me vestir com mais estilo e que ao menos uma calcinha com enchimento eu precisaria usar pra competir com as cavalas que andavam por ali.
Só olhei a nos olhos e balbuciei:
Zuleide querida, aqui nesse lixão, pode ser preta, pode ser branca, pode ser índia, todas tem no meio das pernas a joia mágica do poder: O nome dela é Xana.
Saiba usa-la e você terá qualquer homem aos seus pés.
Zuleide fez uma cara de quem não acreditou muito e retrucou:
Pois bem xoxotuda de Madureira, me prove...
E eu decidi provar...
CONTINUA...
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ESCOLA É CONDENADA A PAGAR R$150 MIL A ALUNO PERSEGUIDO POR SER GAY
Uma escola em Barcelona, na Espanha, foi condenada nesta semana a pagar o equivalente a cerca de R$ 150 mil de indenização a um ex-aluno que teria sido perseguido por ser gay. De acordo com a sentença, o colégio Nossa Senhora de Montserrat de Cerdanyola foi omisso ao não prevenir o assédio de outros colegas contra a vítima, identificada apenas como J.M.M.. A unidade informou que vai recorrer da decisão. As informações são do jornal "El País".
No processo, o estudante alegou ter sofrido bullying e perseguição por professores e colegas de turma entre 2004 e 2009, quando deixou a unidade. Segundo ele, colegas o chamavam frequentemente de “bicha” e “marginalizado”. A vítima também informou que chegou a receber cotoveladas perto de uma escada da escola, na tentativa de fazê-lo cair.
Em uma viagem da turma a uma área natural em 2007, por exemplo, a vítima diz que alguns colegas tentaram jogá-lo do veículo. A escola, por sua vez, admite que houve "pequenos incidentes" naquele dia, mas negando a versão do aluno porque o jipe em que viajava a classe "era totalmente fechado".
Depois dos episódios, a mãe do aluno alertou a direção da unidade para os problemas. A escola realizou algumas medidas, como conversar com as famílias dos estudantes que perseguiam a vítima e realizar palestras sobre a intolerância. No entanto, de acordo com o juíz autor da sentença, "em nenhum caso foram tomadas medidas de controle e vigilância das crianças, nem qualquer ação disciplinar".
Alguns professores chegaram a minimizar o que aconteceu e atribuíran a briga a um casp “típico de adolescentes”. O diretor do colégio Nossa Senhora de Montserrat também negou em um relatório interno que houvesse assédio contra J.M.M., e que ele “exagera os fatos que acontecem na escola”. A vítima, segundo o diretor, ainda demonstrava ser pouco tolerante com seus colegas, o que contribuía para o “pouco aceite” dele no grupo. Ele também achava que o aluno era "superprotegido" pela mãe. No tribunal, o diretor disse ainda que não sabia que a orientação sexual do aluno e que via contradições em algumas das declarações do menino.
De acordo com a vítima, a perseguição teria chegado ao seu clímax quando um colega de turma postou em um blog a foto do aluno com mensagens homofóbicas e ameaças de morte. Diante disso, J.M.M. abandonou a escola e ficou por 900 dias em tratamento psiquiátrico, que custou à família os R$ 150 mil que a escola deve agora pagar.
No processo, o estudante alegou ter sofrido bullying e perseguição por professores e colegas de turma entre 2004 e 2009, quando deixou a unidade. Segundo ele, colegas o chamavam frequentemente de “bicha” e “marginalizado”. A vítima também informou que chegou a receber cotoveladas perto de uma escada da escola, na tentativa de fazê-lo cair.
Em uma viagem da turma a uma área natural em 2007, por exemplo, a vítima diz que alguns colegas tentaram jogá-lo do veículo. A escola, por sua vez, admite que houve "pequenos incidentes" naquele dia, mas negando a versão do aluno porque o jipe em que viajava a classe "era totalmente fechado".
Depois dos episódios, a mãe do aluno alertou a direção da unidade para os problemas. A escola realizou algumas medidas, como conversar com as famílias dos estudantes que perseguiam a vítima e realizar palestras sobre a intolerância. No entanto, de acordo com o juíz autor da sentença, "em nenhum caso foram tomadas medidas de controle e vigilância das crianças, nem qualquer ação disciplinar".
Alguns professores chegaram a minimizar o que aconteceu e atribuíran a briga a um casp “típico de adolescentes”. O diretor do colégio Nossa Senhora de Montserrat também negou em um relatório interno que houvesse assédio contra J.M.M., e que ele “exagera os fatos que acontecem na escola”. A vítima, segundo o diretor, ainda demonstrava ser pouco tolerante com seus colegas, o que contribuía para o “pouco aceite” dele no grupo. Ele também achava que o aluno era "superprotegido" pela mãe. No tribunal, o diretor disse ainda que não sabia que a orientação sexual do aluno e que via contradições em algumas das declarações do menino.
De acordo com a vítima, a perseguição teria chegado ao seu clímax quando um colega de turma postou em um blog a foto do aluno com mensagens homofóbicas e ameaças de morte. Diante disso, J.M.M. abandonou a escola e ficou por 900 dias em tratamento psiquiátrico, que custou à família os R$ 150 mil que a escola deve agora pagar.
MODELO TRANSEXUAL, ANDREJA PEJIC, FAZ CIRURGIA DE REDESIGNAÇÃO SEXUAL
'Sempre sonhei em ser menina', disse ela, que passou pela operação no início do ano em entrevista à revista 'People'.
Em 2011, Andreja Pejic estava no auge da carreira de modelo e causou o maior burburinho ao desfilar as coleções femininas de estilistas como Marc Jacobs e Jean Paul Gaultier - ela chegou a desfilar para a Ausländer no Fashion Rio.
No início deste ano, Andreja passou por uma cirurgia de redesignação sexual. "Quero compartilhar minha história porque acho que tenho uma responsabilidade social", disse Pejic, de 22 anos, em entrevista à revista "People". "Sempre sonhei em ser menina. Me lembro de quando era criança e usava a saia da minha mãe, tentando parecer uma bailarina".
Aos 13 anos, Pejic, que morava com a família na Austrália, disse que entrou na biblioteca da escola e digitou no Google: "mudança de sexo". "Minha vida mudou. Senti que era o que eu deveria fazer. A internet me mostrou que haviam palavras para escrever o que eu sentia e termos médicos para isso", contou ela, que teve o apoio da família.
Modelo passou por cirurgia de de redesignação sexual e agora assina Andreja.
No início deste ano, Andreja passou por uma cirurgia de redesignação sexual. "Quero compartilhar minha história porque acho que tenho uma responsabilidade social", disse Pejic, de 22 anos, em entrevista à revista "People". "Sempre sonhei em ser menina. Me lembro de quando era criança e usava a saia da minha mãe, tentando parecer uma bailarina".
Aos 13 anos, Pejic, que morava com a família na Austrália, disse que entrou na biblioteca da escola e digitou no Google: "mudança de sexo". "Minha vida mudou. Senti que era o que eu deveria fazer. A internet me mostrou que haviam palavras para escrever o que eu sentia e termos médicos para isso", contou ela, que teve o apoio da família.
Pejic em evento há cerca de uma semana, já após a
cirurgia.
Pejic pretendia fazer a cirurgia logo após terminar os estudos, mas os planos foram adiados quando surgiu justamente a oportunidade de trabalhar como modelo, aos 17 anos. "Era a chance de conhecer o mundo e ganhar estabilidade financeira". Com o tipo "andrógino", Pajic conseguia trabalhos tanto em casting femininos quanto masculinos. O momento mais inesquecível? "Desfilar como a noiva do Jean Paul Gaultier foi muito especial para mim".
Há cerca de um ano e meio, porém, Pejic diz que reavaliou tudo. "Estava orgulhosa da minha carreira, mas meu maior sonho era me sentir confortável no meu próprio corpo. Tinha que ser verdadeira comigo mesma e a carreira iria se ajustar a isso".
A partir daí, Pejic passou a se consultar com médicos nos Estados Unidos para, enfim, começar sua transição. "Após a cirurgia, levei uns três meses para me sentir como eu mesma de novo", disse. "Mas estou mais confortável do que nunca. Me sinto 100%", contou ela, que, assim como a atriz transexual da série "Orange is the new black", Laverne Cox, já declarou, não quer dar detalhes da operação, e sim focar na questão social. "Concordo plenamente com Laverne Cox. Além do mais, o que uma pessoa tem entre as pernas não a define".
Há cerca de um ano e meio, porém, Pejic diz que reavaliou tudo. "Estava orgulhosa da minha carreira, mas meu maior sonho era me sentir confortável no meu próprio corpo. Tinha que ser verdadeira comigo mesma e a carreira iria se ajustar a isso".
A partir daí, Pejic passou a se consultar com médicos nos Estados Unidos para, enfim, começar sua transição. "Após a cirurgia, levei uns três meses para me sentir como eu mesma de novo", disse. "Mas estou mais confortável do que nunca. Me sinto 100%", contou ela, que, assim como a atriz transexual da série "Orange is the new black", Laverne Cox, já declarou, não quer dar detalhes da operação, e sim focar na questão social. "Concordo plenamente com Laverne Cox. Além do mais, o que uma pessoa tem entre as pernas não a define".
Andreja Pejic no desfile da grife Ausländer, no Fashion Rio, em 2011.
PARECER DA PGR PROPÕE ENQUADRAR HOMOFOBIA EM LEI CONTRA RACISMO
Procurador-geral elaborou parecer que será apreciado por ministros do STF.
Rodrigo Janot propõe solução até existir lei específica sobre homofobia.
Rodrigo Janot pede que a legislação já existente do racismo sirva de base para homofobia.
A Procuradoria-Geral da República divulgou nesta segunda-feira (28)
parecer encaminhado pelo procurador Rodrigo Janot ao Supremo Tribunal
Federal (STF) sugerindo o julgamento de casos de homofobia, lesbofobia e
transfobia com base na Lei do Racismo.
No documento, Janot pede que a legislação já existente para crimes de discriminação ou preconceito de cor, raça, etnia ou procedência nacional sirva de base para homofobia até que seja aprovada uma lei específica. Na visão de Janot, a aplicação deve valer como alternativa a propostas que ainda tramitam no Congresso, mas não têm previsão para serem votadas. Ele sugere no parecer que o Legislativo aprove nova lei sobre o tema em até um ano.
O relatório de Janot serve de consulta para o STF em recurso ajuizado pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). Apesar de ser levado em consideração pelos ministros da Corte, a posição do procurador não precisa ser seguida pelos magistrados. O STF está de recesso e não há previsão para o julgamento do do pedido.
“A discriminação e o preconceito contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais atinge especialmente determinadas pessoas e grupos, o que macula o princípio da igualdade, e acarreta situação especial de grave vulnerabilidade física, psíquica e social, em violação ao direito à segurança, importantes prerrogativas da cidadania”, diz o parecer.
Na visão de Janot, a Justiça deve aplicar para os casos de homofobia o artigo 20 da lei 7.716/89, contra o racismo, que classifica como crime praticar ou induzir a discriminação ou o preconceito e impõe pena de até três anos de reclusão mais multa. O artigo também determina que a pena é de cinco anos, mais multa, se crime for cometido por veículos de comunicação.
O recurso da ABGLT é contra decisão do STF que impede a fixação de prazo para o Poder Legislativo editar norma sobre o assunto. “Cabe a fixação de prazo razoável para ultimação do processo legislativo - que a associação autora sugere que seja de um ano", diz Janot no documento.
No Senado, o projeto de lei 122/2006, que ainda não foi discutido no plenário, propõe a criminalização da homofobia. Já o projeto do novo Código Penal, que também está sendo discutido no Senado, prevê pena de prisão para quem praticar racismo e crimes resultantes de preconceito e discriminação.
No documento, Janot pede que a legislação já existente para crimes de discriminação ou preconceito de cor, raça, etnia ou procedência nacional sirva de base para homofobia até que seja aprovada uma lei específica. Na visão de Janot, a aplicação deve valer como alternativa a propostas que ainda tramitam no Congresso, mas não têm previsão para serem votadas. Ele sugere no parecer que o Legislativo aprove nova lei sobre o tema em até um ano.
O relatório de Janot serve de consulta para o STF em recurso ajuizado pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). Apesar de ser levado em consideração pelos ministros da Corte, a posição do procurador não precisa ser seguida pelos magistrados. O STF está de recesso e não há previsão para o julgamento do do pedido.
“A discriminação e o preconceito contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais atinge especialmente determinadas pessoas e grupos, o que macula o princípio da igualdade, e acarreta situação especial de grave vulnerabilidade física, psíquica e social, em violação ao direito à segurança, importantes prerrogativas da cidadania”, diz o parecer.
Na visão de Janot, a Justiça deve aplicar para os casos de homofobia o artigo 20 da lei 7.716/89, contra o racismo, que classifica como crime praticar ou induzir a discriminação ou o preconceito e impõe pena de até três anos de reclusão mais multa. O artigo também determina que a pena é de cinco anos, mais multa, se crime for cometido por veículos de comunicação.
O recurso da ABGLT é contra decisão do STF que impede a fixação de prazo para o Poder Legislativo editar norma sobre o assunto. “Cabe a fixação de prazo razoável para ultimação do processo legislativo - que a associação autora sugere que seja de um ano", diz Janot no documento.
No Senado, o projeto de lei 122/2006, que ainda não foi discutido no plenário, propõe a criminalização da homofobia. Já o projeto do novo Código Penal, que também está sendo discutido no Senado, prevê pena de prisão para quem praticar racismo e crimes resultantes de preconceito e discriminação.
CLUBE METRÓPOLE ARMA SHOW COM A MEGA DRAG JUJUBEE, DO RUPAUL´S DRAG RACE
Depois de arrasar no RuPaul’s Drag Race, Jujubee desembarca no Nordeste do Brasil
A querida drag queen norte-americana Jujubee, participante
mega carismática da segunda temporada do reality show “RuPaul’s Drag Race”, é atração confirmada do
início das comemorações do mês da diversidade na cidade de Recife, no Clube
Metrópole. A artista fará show na boate na sexta-feira, dia 5 de setembro, e
vai mostrar pra galera o motivo de ser um dos maiores fenômenos da TV e da
Internet.
A Metrópole é a primeira casa a levar uma participante de RuPaul’s Drag Race ao Nordeste do Brasil para fazer performances, um DJ set e receber muito amor do público pernambucano. “Será com toda certeza uma noite mega especial”, diz a empresária Maria do Céu, que negocia a vinda de Jujubee, desde maio, quando ela se apresentou em São Paulo, nas vésperas da Parada Gay paulistana.
Não tem como não falar da Jujubee sem morrer de amores. Provavelmente uma das drags que todos querem ser amigos. Ela foi terceiro lugar no programa e se consagrou comoum dos grandes nomes do reality. Jujubee, codinome de Airlene Inthyrath, de 29 anos, possui todas as qualidades que uma queen precisa ter: looks incríveis, ótimo time pra comédia e uma personalidade de dar inveja as outras meninas.
Todo mundo pronto já?
- See more at: http://mixbrasil.xpg.uol.com.br/central/clube-metropole-arma-show-com-a-mega-drag-jujubee-do-rupauls-drag-race.html#sthash.aEzbmB7j.dpuf
A querida drag queen norte-americana Jujubee, participante mega carismática da segunda temporada do reality show “RuPaul’s Drag Race”, é atração confirmada do início das comemorações do mês da diversidade na cidade de Recife, no Clube Metrópole. A artista fará show na boate na sexta-feira, dia 5 de setembro, e vai mostrar pra galera o motivo de ser um dos maiores fenômenos da TV e da Internet.A Metrópole é a primeira casa a levar uma participante de RuPaul’s Drag Race ao Nordeste do Brasil para fazer performances, um DJ set e receber muito amor do público pernambucano. “Será com toda certeza uma noite mega especial”, diz a empresária Maria do Céu, que negocia a vinda de Jujubee, desde maio, quando ela se apresentou em São Paulo, nas vésperas da Parada Gay paulistana.
Não tem como não falar da Jujubee sem morrer de amores. Provavelmente uma das drags que todos querem ser amigos. Ela foi terceiro lugar no programa e se consagrou comoum dos grandes nomes do reality. Jujubee, codinome de Airlene Inthyrath, de 29 anos, possui todas as qualidades que uma queen precisa ter: looks incríveis, ótimo time pra comédia e uma personalidade de dar inveja as outras meninas.
Todo mundo pronto já?
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A Metrópole é a primeira casa a levar uma participante de RuPaul’s Drag Race ao Nordeste do Brasil para fazer performances, um DJ set e receber muito amor do público pernambucano. “Será com toda certeza uma noite mega especial”, diz a empresária Maria do Céu, que negocia a vinda de Jujubee, desde maio, quando ela se apresentou em São Paulo, nas vésperas da Parada Gay paulistana.
Não tem como não falar da Jujubee sem morrer de amores. Provavelmente uma das drags que todos querem ser amigos. Ela foi terceiro lugar no programa e se consagrou comoum dos grandes nomes do reality. Jujubee, codinome de Airlene Inthyrath, de 29 anos, possui todas as qualidades que uma queen precisa ter: looks incríveis, ótimo time pra comédia e uma personalidade de dar inveja as outras meninas.
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