terça-feira, 29 de julho de 2014
DIA 9 DE AGOSTO TEM FESTA NOVA PINTANDO EM CABO FRIO : 1º ARCO ÍRIS FEST
Já fazia tempo que a cidade de Cabo Frio estava carente de grandes festas.
Pois é, chegou a hora.
A Arco Iris Fest vem chegando com tudo num mega espaço com muito verde, piscina e estacionamento próprio ( o que é babado porque da pra transar dentro e com segurança )
A festa conta com dois super DJs sendo um deles o TOP Rick Castro que é a sensação do POP no Rio de Janeiro e é residente da pista POP da festa JUKE BOX, uma das maiores do Estado.
A festa conta ainda com espaço gourmet com shushi bar, chocolateria e pasmem. A piscina estará liberadíssima à partir das 4 da manhã, um convide à saliência.
O ingresso custa apenas R$ 40,00 e tem VODKA, ENERGÉTICO E BATIDAS liberados até 1 da manhã, da pra calibrar bonito .
Pois é, chegou a hora.
A Arco Iris Fest vem chegando com tudo num mega espaço com muito verde, piscina e estacionamento próprio ( o que é babado porque da pra transar dentro e com segurança )
A festa conta com dois super DJs sendo um deles o TOP Rick Castro que é a sensação do POP no Rio de Janeiro e é residente da pista POP da festa JUKE BOX, uma das maiores do Estado.
A festa conta ainda com espaço gourmet com shushi bar, chocolateria e pasmem. A piscina estará liberadíssima à partir das 4 da manhã, um convide à saliência.
O ingresso custa apenas R$ 40,00 e tem VODKA, ENERGÉTICO E BATIDAS liberados até 1 da manhã, da pra calibrar bonito .
SEXTA FEIRA TEM COMEMORAÇÃO DE 50 ANOS DA RAINHA DA NIGHT GAY DE CABO FRIO: LEIDIMAR CARVALHO
Sexta é dia de separar o figurino porque tem comemoração Solene!
É nada mais, nada menos que niver de uma das maiores personalidades da noite Gay da Região dos Lagos. Nossa querida Lady!
A festa promete e quem não garantiu ainda seu convite, corra atras porque esse tipo de festa é boa pra arrumar marido já que a diva é bem relacionada desde às Pão com ovo até os Políticos influentes.
Então Gateenhas, peçam aquela boa D&G emprestado dazamigue e se jogue no fervo porque dia 1 de Agosto a Boate Angels Club vai botar pra fuder essa cidade.
Vida longa à Lady!
A Festa conta com DJ Marcelo Rocha, residente da casa, DJ Morgana e a Top Drag DJ Hillary Kovatch.
Mesa de frios, o melhor som e de Door a monstra feia da Cindy Pereba.
No show? Quem mais poderia? euzinha claro, cantando todos os meus sucessos e mostrando pro publico o motivo de eu ter sido eleita garota verão Costa do Sol 1988.
Mais informações acesse: www.boateangelsclub.com.br
COMO CHEGAR?
Espero todas lá!
É nada mais, nada menos que niver de uma das maiores personalidades da noite Gay da Região dos Lagos. Nossa querida Lady!
A festa promete e quem não garantiu ainda seu convite, corra atras porque esse tipo de festa é boa pra arrumar marido já que a diva é bem relacionada desde às Pão com ovo até os Políticos influentes.
Então Gateenhas, peçam aquela boa D&G emprestado dazamigue e se jogue no fervo porque dia 1 de Agosto a Boate Angels Club vai botar pra fuder essa cidade.
Vida longa à Lady!
A Festa conta com DJ Marcelo Rocha, residente da casa, DJ Morgana e a Top Drag DJ Hillary Kovatch.
Mesa de frios, o melhor som e de Door a monstra feia da Cindy Pereba.
No show? Quem mais poderia? euzinha claro, cantando todos os meus sucessos e mostrando pro publico o motivo de eu ter sido eleita garota verão Costa do Sol 1988.
Mais informações acesse: www.boateangelsclub.com.br
COMO CHEGAR?
Espero todas lá!
JOSÉ MAYER VAI À SAUNA GAY NO RIO PARA FAZER LABORATÓRO
Para compor seu personagem gay na nova novela da Globo “Império”, José Mayer resolveu mergulhar no mundo under dos homossexuais. Ele fez uma visita a uma sauna gay em Ipanema, no Rio de Janeiro, como parte do laboratório para viver o papel na trama.
Pena que eu não estava lá no dia. Iria adorar ensina-lo a fazer a chuca com garrafa de 2 litros.
Pena que eu não estava lá no dia. Iria adorar ensina-lo a fazer a chuca com garrafa de 2 litros.
CHUPETINHA DO DIABO: Pesquisa nos EUA afirma que lésbicas e gays fumam e bebem mais do que os héteros
Trata-se do primeiro levantamento do governo que mede orientação sexual do país.
O Centro de Controle de Doença e Prevenção relatou que menos de 3% da população dos Estados Unidos se identificam como lésbicas, gays ou bissexuais, no primeiro levantamento de grande escala do governo medindo orientação sexual no país.
A National Health Interview Survey, que é a principal ferramenta do governo para assessorar a saúde e o comportamento de americanos, descobriu que 1,6% dos adultos se identificam como gay ou lésbica, e 0,7% se consideram bissexuais.
Na pesquisa, 96,6% dos adultos se classificaram como héteros. Já 1,1% se negou a responder, disse somente "eu não sei a resposta" ou afirmou que eram "outra coisa".
A inclusão de orientação sexual em uma pesquisa influente usada para guiar financiamento do governo foi vista como uma vitória pelo movimento LGBT, que tem lutado com a falta de dados sobre as suas necessidades especiais de saúde.
O demógrafo do Instituto Williams, um centro de pesquisa da Universidade da Califórnia em Los Angeles que estuda a população LGBT, disse que esse é um grande passo na tentativa de sanar algumas das lacunas da compreensão do papel que a orientação sexual e a identidade de gênero têm na vida e na saúde das pessoas.
A pesquisa federal, iniciada em 1957, dispõe um amplo leque de questões sobre temas como atendimento médico, vacinação e uso de tabaco. Milhares de americanos são entrevistados pelo CDC e pelo Census Bureau. O resultado é altamente respeitado pelo tamanho da amostra - é composta por 33.557 adultos entre as idades de 18 e 64 no levantamento mais recente - e pelo método utilizado, que incluem entrevistas face-a-face e algumas consultas telefônicas de acompanhamento.
Segundo autoridades de saúde do governo, algumas outras pesquisas federais perguntam sobre orientação sexual, mas não são grandes o suficiente para fornecer dados que possam ser generalizados para o país como um todo.
O estudo não encontrou um padrão sugerindo que um grupo era menos saudável do que qualquer outro grupo, de acordo Brian W. Ward, o pesquisador responsável pelo relatório. No entanto, verificou-se que, em comparação com as pessoas heterossexuais, homossexuais eram mais propensos a fumar e consumir cinco ou mais bebidas em um dia pelo menos uma vez no ano passado. Mulheres heterossexuais estavam mais propensas a acreditarem que estão em excelente ou muito boa saúde do que as mulheres que se identificaram como lésbicas ou mulheres bissexuais.
Em contrapartida, lésbicas, gays e bissexuais mostraram que estavam mais propensos a terem recebidos uma vacina contra a gripe que héteros, e era menos provável que os gays e homens bissexuais estivessem acima do peso.
As disparidades mais notáveis foram com os bissexuais. Pessoas que se identificaram como sendo atraídas por ambos sexos estão mais propensas a experienciar estresse psicológico nos últimos 30 dias do que os héteros, mostrou a pesquisa.
"Nós não sabemos muito sobre bissexualidade e estamos finalmente começando a fazer pesquisas nessa área", disse Judy Bredford, diretora do Centro de Pesquisa em Saúde de População LGBT no Instituto Fenway em Boston.
No relatório, os pesquisadores do CDC reconheceram que a estimativa deles do tamanho da população bissexual se diferenciou daquela de outros estudos. A estimativa nacional de 2008 do General Social Survey - que é financiada pela National Science Foundation, uma agência federal dedicada ao avanço de ciência não-medicinal - estima-se que 1,1% da população foi identificada como bissexual. Outros estudos sugerem que o número de bissexuais praticamente coincide com o número de gays.
A pesquisa não perguntou sobre identidade de gênero, que é um tópico mais amplo que orientação sexual. Anteriormente, as autoridades haviam discutido, incluindo a questão em pesquisas futuras, mas Ward disse que não há planos imediatos para adicionar a essa pergunta.
Especialistas afirmam que a dificuldade decorre em parte do tamanho da amostra necessária. Um desafio é que existem mais de 200 termos utilizados por pessoas que se identificam como um sexo diferente do biológico que nasceram, de acordo com Bradford.
O Centro de Controle de Doença e Prevenção relatou que menos de 3% da população dos Estados Unidos se identificam como lésbicas, gays ou bissexuais, no primeiro levantamento de grande escala do governo medindo orientação sexual no país.
A National Health Interview Survey, que é a principal ferramenta do governo para assessorar a saúde e o comportamento de americanos, descobriu que 1,6% dos adultos se identificam como gay ou lésbica, e 0,7% se consideram bissexuais.
Na pesquisa, 96,6% dos adultos se classificaram como héteros. Já 1,1% se negou a responder, disse somente "eu não sei a resposta" ou afirmou que eram "outra coisa".
A inclusão de orientação sexual em uma pesquisa influente usada para guiar financiamento do governo foi vista como uma vitória pelo movimento LGBT, que tem lutado com a falta de dados sobre as suas necessidades especiais de saúde.
O demógrafo do Instituto Williams, um centro de pesquisa da Universidade da Califórnia em Los Angeles que estuda a população LGBT, disse que esse é um grande passo na tentativa de sanar algumas das lacunas da compreensão do papel que a orientação sexual e a identidade de gênero têm na vida e na saúde das pessoas.
A pesquisa federal, iniciada em 1957, dispõe um amplo leque de questões sobre temas como atendimento médico, vacinação e uso de tabaco. Milhares de americanos são entrevistados pelo CDC e pelo Census Bureau. O resultado é altamente respeitado pelo tamanho da amostra - é composta por 33.557 adultos entre as idades de 18 e 64 no levantamento mais recente - e pelo método utilizado, que incluem entrevistas face-a-face e algumas consultas telefônicas de acompanhamento.
Segundo autoridades de saúde do governo, algumas outras pesquisas federais perguntam sobre orientação sexual, mas não são grandes o suficiente para fornecer dados que possam ser generalizados para o país como um todo.
O estudo não encontrou um padrão sugerindo que um grupo era menos saudável do que qualquer outro grupo, de acordo Brian W. Ward, o pesquisador responsável pelo relatório. No entanto, verificou-se que, em comparação com as pessoas heterossexuais, homossexuais eram mais propensos a fumar e consumir cinco ou mais bebidas em um dia pelo menos uma vez no ano passado. Mulheres heterossexuais estavam mais propensas a acreditarem que estão em excelente ou muito boa saúde do que as mulheres que se identificaram como lésbicas ou mulheres bissexuais.
Em contrapartida, lésbicas, gays e bissexuais mostraram que estavam mais propensos a terem recebidos uma vacina contra a gripe que héteros, e era menos provável que os gays e homens bissexuais estivessem acima do peso.
As disparidades mais notáveis foram com os bissexuais. Pessoas que se identificaram como sendo atraídas por ambos sexos estão mais propensas a experienciar estresse psicológico nos últimos 30 dias do que os héteros, mostrou a pesquisa.
"Nós não sabemos muito sobre bissexualidade e estamos finalmente começando a fazer pesquisas nessa área", disse Judy Bredford, diretora do Centro de Pesquisa em Saúde de População LGBT no Instituto Fenway em Boston.
No relatório, os pesquisadores do CDC reconheceram que a estimativa deles do tamanho da população bissexual se diferenciou daquela de outros estudos. A estimativa nacional de 2008 do General Social Survey - que é financiada pela National Science Foundation, uma agência federal dedicada ao avanço de ciência não-medicinal - estima-se que 1,1% da população foi identificada como bissexual. Outros estudos sugerem que o número de bissexuais praticamente coincide com o número de gays.
A pesquisa não perguntou sobre identidade de gênero, que é um tópico mais amplo que orientação sexual. Anteriormente, as autoridades haviam discutido, incluindo a questão em pesquisas futuras, mas Ward disse que não há planos imediatos para adicionar a essa pergunta.
Especialistas afirmam que a dificuldade decorre em parte do tamanho da amostra necessária. Um desafio é que existem mais de 200 termos utilizados por pessoas que se identificam como um sexo diferente do biológico que nasceram, de acordo com Bradford.
SALVE A DIVERSIDADE!!!!!
Ele era ela. Ela era ele. Conheça o casal de adolescentes que acaba de realizar a cirurgia de mudança de sexo
Os adolescentes Arin Andrews e Katie Colina posam em fotos na praia como um casal comum.
É difícil de acreditar que há dois anos Arin era uma menina chamada Esmeralda e Katie era um menino chamado Lucas.
Arin, 17 anos e Katie, 19, moram em Oklahoma, nos EUA. Ambos passaram
por uma cirurgia de mudança de sexo e agora eles se sentem livres com
os corpos que sempre desejaram.
Há menos de 1 ano, Katie era uma estudante universitário que conseguiu
juntar quase R$ 80 mil reais para realizar a cirurgia e tornar-se uma
mulher. O dinheiro foi arrecadado através de doadores anônimos que
leram sua história em um jornal da cidade.
Agora
Arin, que ainda frequenta o segundo grau, passou por uma cirurgia para
remover seus seios femininos e exibe orgulhoso seu corpo masculino. Há
um ano, Arin afirmava que se sentia péssimo com seus seios e tentava
escondê-los de todas as formas: “Agora
posso usar uma regata ou nadar sem camisa. Posso ser um cara normal
agora. Eu odiava meus seios, sentia que não pertenciam ao meu corpo”, disse.
Katie e Arin se conheceram há 2 anos em um grupo de apoio para adolescentes transexuais: “Para mim o Arin sempre foi viril. Mas agora, com a cirurgia, ele está muito mais confiante e confortável com ele mesmo”, disse Katie.
Arin pensa em realizar, no futuro, a cirurgia que tenta construir um
pênis em sua região genital, mas por ser uma cirurgia extremamente cara
e de grandes riscos, então ele pretende deixar para depois.
Ambas as famílias são favoráveis e aceitam a relação com muita naturalidade: “Cada pessoa transexual deve adotar a transformação física para se sentir completo como pessoa”, disse a mãe de Arin.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
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