quinta-feira, 17 de maio de 2012

CHEGA DE COIÓ....EDDYLENE TE ENSINA A RESPONDER À ALTURA.

Outro dia passando pela rua, tímida, sorrateira e mediúnica, me deparei com um grupo de bofes.

Sabe quando você não precisa der a mãe Dinah pra saber que vai rolar um coió básico? Pois então, nessas horas eu tenho uma tática ótima que faz você ouvir menos o que eles falam e assim sendo, não ficar tão constrangida já que não ouviu direito.

Tirando maldição de cigana, coió eu hoje em dia tiro de letra. É uma tática simples e aprovada pelo ministério da saúde, tendo em vista que alguns mergulhadores fazem para não doer os ouvidos. 

Você tampa o nariz e assopra, automaticamente os tímpanos dilatam e você fica meio surda, ai você ouve uns gritos mas não identifica direito o que foi que disseram. Por exemplo: ESSA COCA É FANTA!!! Você ouve, Mulata cheia de ancas, o que vai melhorar e muito seu dia é claro se você não for loira e por ai vai.

Mas voltando ao coió, passei pelo grupinho e o inicio do coió sempre é acompanhado de um silêncio mórbido e apavorante, podem reparar, eles primeiro se calam, se olham, entram num consenso e ai sim começam a te escrotizar pra todo mundo ouvir.

Passei fria...houve o silêncio, houveral olhares entre si e ai pensei....Lá vem ....

Ai um sem criatividade gritou, VAI PAMONHA.

Porra, eu já ouvi de tudo, mas VAI PAMONHA tinha sido a primeira vez. Eu tenho resposta pra qualquer coió, mas pra VAI PAMONHA, confesso que não tive reação. 

ATÉ QUE TODOS RIRAM.

Olhei para traz, joguei o cabelo, pus a mão na bolsa pra não rolar um furto, entortei um pé de lado, coloquei a outra mão na cintura, estufei os seios, encolhi o gogó e falei olhando no olho dele:

PAMONHA É MEU CÚ QUE TRITURA UMA ESPIGA DE MILHO, COZINHA E AINDA VEM ENROLADO NUMA FOLHA DO MILHARAL, SE ESQUENTAR MAIS, VOCÊ METE A PIROCA E SAI PIPOCA. E AÍ?

Ele não confessou, mas ele também não esperava uma resposta tão fina e criativa e também ficou sem reação alguma.

Então, fica a dica pra quem levar coió na rua. Aqui vão uns respostas finas e que vai deixar os bofes estáticos com tamanha elegância

ESSA COCA É FANTA:
Fanta é meu cú em carne viva que tem gás até dizer chega, é laranja escuro e cheio de aroma artificial.

ESSE GALO BOTA OVO
Galo é meu cú que canta de madrugada, tem uma crista vermelha de HPV e come minhoca direto da terra.

VAI LACRAIA
Lacraia é meu cú que tem centenas de patinhas, é venenoso e se esconde embaixo do bujão de gás.

OLHA ELAAAAA ( esse é uó ) 
Olha ela é meu cu, grita bem alto e sai correndo porque esse não tem muita definição

OLHA A FACA
Olha a faca é meu cuzão todo retalhado cheio de nervos aparentes e que é vendido no mercado negro como rim de feto pré maturo

BOM MENINAS, ESPERO TER AJUDADO, BOA SORTE NAS RUAS.

Como passar batida no bate papo da sua cidade sem te chamarem pelo nome de drag fora do reservado :




Como passar batida no bate papo da sua cidade sem te chamarem pelo nome de drag fora do reservado :

Todo mundo que se monta sabe a palhaçada que é na hora de entrar No bate papo pra arrumar um fervo.
Não bastasse morar em cidade do interior, ainda rola o babado de quando a viada maldita  reconhece meu MSN sai berrando na sala EDDYLENEEEEEEEE. E me bloqueia ou sai da sala sem tempo de mandar rastrear o IP da anticristo.

Passando pelo que eu passo, que o povo ao saber meu MSN , reconhecer minha foto ou babar na minha necona e depois me explanar, bolei alguns métodos para despistar essas diabas e passar batida e feliz para conseguir meus bons fervos intensos regados a muito SM, Gang Bang e zoofilia no bate papo da UOL.
Primeira mente você precisa ter um computador no seu próprio ilê e de preferência seu. Porque marcar encontro em cyber é o erro ,porque tem que deixar a maquina lá e geralmente a gente esquece as fotos peladas que salvamos do email no desktop. 

2- computador de casa compartilhado com mãe, tia, irmã mais nova, irmão mais velho homofóbico e pai não da certo. Privacidade zero e segredos a ponto de serem descobertos. Mão é igual fantasma, aparece do nada e atrás de você. Só da pra vê-la pelo monitor e ai ela já leu metade da conversa e sempre a pior parte  que diz algo como engulo tudo , não cuspo não, ou sim, aguento dois.

Você vai precisar de internet boa, pelo menos 1mega, porque tem que abrir todas as salas do bate papo e 2 msns.

Precisa ter instalado o MSN plus, porque vc tem que ter o email convencional aberto e um fake, sempre criado no dia ou uma vez na semana pra desviar as conhecidas .

ENTRANDO NA SALA:

Abra sempre 2 salas de cada, em uma você entra com o Nick de ATIVA , tipo, PAUZÃO COMEDOR OU 22CM  AGORA, isso chama gay igual água, JÁ NA OUTRA entre com Nick apelando para a passividade ou flexibilidate tipo LEKAO TOPA TUDO, CHUPO SEU PAU ou GATINHO COM LOCAL.

 Local no Nick é chamariz, pouquíssima gente tem local , impressionante.

COLOQUE ANUNCIOS EM UMA SALA COM CAPS LIGADO

Já na sala que você está como receptora de neca, use sempre caixa baixa, dá uma sensação de submissão.
UMA BICHA FALOU COM VC  e você está com o Nick de ativa, mas ta querendo dar.QUE DILEMA...
Fale com ela com o Nick de passivo e pergunte o tamanho da neca, se ela responder, e for boa, Marque MESMO ELA ACHANDO QUE VOCÊ VAI ENRABA-LA. Na hora é so ser mais esperta.

Sempre o MSN fake tem que estar aberto, porque caso alguém te gongue e corra, vc imediatamente já add ela no fake, ou pode também falar com ela com o Nick da outra sala, pedir o MSN , add no fake, por uma foto de um necao babadeiro e mandar ela liberar as fotos dela ate ela sentir confiança e mostrar quem é de uma vez.

ISSO NÃO FALHA.

Nick que enaltecem piroca sempre chamam atenção e a bicha que gonga na sala geralmente é passivona e vai cair mole na sua.

AI MEU AMÔ, É SO ENCONTRA-LA NA NOITE E SENTAR-LHE O CACETE, mas que fique claro, 
TEM QUE SER NA FRENTE DE TODO MUNDO.....

terça-feira, 1 de maio de 2012

Drink a base de Sêmen. Quem Quer?

E agora, o mercado de drinks e bebibas elevou aquele fuá de "beber leitchinho quentchi" a um novo nível.
Na Holanda - pra variar, porque essas putarias sempre surgem por lá - já era sucesso nas buatchis, um drink chamado “Semence de la vie”, e agora a tal moda chegou no Brasil.

 Tá, mas que diabos é esse "Semence de lá meel.cooh"? Bem, o drink consiste numa mistura de amarula, cherry brandy, gin, sêmen humano e yakul, agora deixa eu repetir e enfatizar o ingrediente mais cremoso dessa putaria: SÊMEN HUMANO!
O babadinho custa entre R$ 50 e R$ 120, e reza a lenda que o babado eleva o estado mental da pessoa quase que imediatamente - algo no nível de cantar "We Found Love" loucamente nua e mandando todo mundo do dance.floor ir se lascar.

Dizem, que o sêmen utilizado na bebida, vem de fornecedores cadastrados e com exames de saúde que atestam a plena isenção de doenças sexualmente transmissíveis, mas caso o cliente deseje, ele pode trazer a própria matéria prima - que atrevimento.
Pesquisas da ABRASEL apontam que mulheres representam que 67% do consumo deste drink. Os 33% de consumidores se dividem entre 21% de homossexuais e 12% de heterossexuais.

Agora vamos a pergunta chave: QUEM BEBERIA ESSE KARALHO?
 Beijos me liga, porque sou quenga, e ainda jogo a receita pra quem quiser fazer. Muah!

 Semence de la vie
100 ml de amarula
100 ml de cherry brandy
150 ml de gin
1 colher de chá de sêmen humano (recém colhido)
3 unidades de Yakult de 65ml
Acrescente gelo picado
Misture os ingredientes numa coqueteleira, mexa bem por 5 minutos e sirva em copo longo.

QUENDA....

quarta-feira, 28 de março de 2012

Primeira travesti a fazer doutorado no Brasil defende tese sobre discriminação

Luma Andrade descreve o preconceito sofrido por travestis na rede pública de ensino e aponta lacunas na formação de professores; defesa será em julho

Foto: Arquivo pessoal
 
   Luma, primeira travesti brasileira a defender uma tese de doutorado
Antes de se tornar supervisora regional de 26 escolas públicas e ingressar no doutorado em Educação da Universidade Federal do Ceará (UFC), Luma Andrade assinou o nome João por 30 anos, foi rejeitada pelos pais na infância, discriminada na escola e, mais tarde, no trabalho.
Na tese de quase 400 páginas que irá defender em três meses, a primeira travesti a cursar um doutorado no Brasil relata a discriminação sofrida por pessoas como ela na rede pública de ensino. Ela também aponta lacunas na formação dos professores.
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Criança nos anos de 1970, no município de Morada Nova, a 170 quilômetros de Fortaleza, o único filho homem de um casal de agricultores, era João, mas já se sentia Luma. Em casa, escondia-se para evitar ser confrontada. Na escola, apanhava dos meninos por querer parecer uma menina. Em uma das vezes que foi espancada, aos nove anos, queixou-se com a professora e, ao invés de apoio, ouviu que tinha culpa por ser daquele jeito.
Mais tarde, já com cabelos longos e roupa feminina, sofria de segunda a sexta-feira na chamada dos alunos, ao ser tratada pelo nome de batismo. Não se reconhecia no uniforme masculino que era obrigada a usar. Evitava ao máximo usar o banheiro. Aturava em silêncio as piadas que os colegas insistiam em fazer. “Se a travesti não se sujeitar e resistir, acaba sucumbindo”, lamenta.
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Luma se concentrou nos estudos e evitou os confrontos. "Tem momento que a gente quer desistir. Eu não ia ao banheiro urinar, porque eu queria usar o feminino, mas não podia. Então eu me continha e, às vezes, era insuportável”, relembra. Mas ela concluiu o ensino médio e, aos 18 anos, entrou na universidade. Quando se formou aos 22, já dava aulas e resolveu assumir a homossexualidade. Quando contou que tinha um namorado, foi expulsa de casa.

Em 2003, já com o título de mestre, prestou concurso para lecionar biologia. Eram quatro vagas para uma escola estadual do município de Aracati, a 153 quilômetros de Fortaleza. Apenas ela passou. Contudo, o diretor da escola não a aceitou. Luma pediu a intervenção da Secretaria de Educação do Estado e conseguiu assumir o posto.
“Eu não era tida como um bom exemplo”. Durante o período de estágio probatório, tentaram sabotar sua permanência na escola. “Uma coordenadora denunciou que eu estava mostrando os seios para os alunos na aula”. Luma havia acabado de fazer o implante de proteses de silicone. “Eu já previa isso e passei a usar bata para me proteger, esconder. Eu tinha certeza que isso ia acontecer”.
Anos depois, Luma assumiu um cargo na Coordenadoria Regional de Desenvolvimento de Educação de Russas, justamente a região onde nasceu. Como supervisora das escolas estaduais de diversos municípios, passou a interceder em casos de agressões semelhantes ao que ela viveu quando era estudante.
“Uma diretora de escola fez uma lista de alunos que, para ela, eram homossexuais. E aí mandou chamar os pais, pedindo para que eles tomassem providências”. A providência, segundo ela, foi “muito surra”. “O primeiro que foi espancado me procurou”, lembra. Luma procurou a escola. Todos os gestores e professores passaram por uma capacitação para aprender como lidar com a sexualidade dos estudantes.
Um ano depois, em 2008, Luma se tornou a primeira travesti a ingressar em um doutorado no Brasil. Ela começou a pesquisar a situação de travestis que estudam na rede pública de ensino e constatou que o caso da diretora que levou um aluno a ser espancado pelos pais e todas as outras agressões sofridas por homossexuais tinham mesma a origem.

“Comecei o levantamento das travestis nas escolas públicas. Eu pedia para que os gestores informassem. Quando ia averiguar a existência real do travesti, os diretores diziam: ‘tem aquele ali, mas não é assumido’. Percebi que estavam falando de gays”, relata.
A partir desse contato, Luma trata em sua tese de que as travestis não podem esboçar reações a ataques homofóbicos para concluir os estudos.
Mas também sugere que os cursos de graduação em licenciatura formem profissionais mais preparados não apenas para tratar da homossexualidade no currículo escolar, mas também como lidar com as especificidades de cada pessoa e fazer da escola um lugar sem preconceitos.
“Cada pessoa tem uma forma de viver. Conforme ela se apresenta, vai se comunicar e interagir. O gay tem uma forma de interagir diferente de uma travesti ou de uma transexual. O não reconhecimento dessas singularidades provoca uma padronização. A ideia de que todo mundo é ‘veado’”.
A tese de Luma já passou por duas qualificações. Ela está em fase final, corrigindo alguns detalhes e vai defendê-la em julho, na UFC, em Fortaleza.

NÃO MEXA NO MEU PODRÃO

terça-feira, 27 de março de 2012

Transexual é desqualificada do Miss Universo Canadá

Jenna Talackova, de 23 anos, de nacionalidade canadense, era uma das 65 finalistas selecionadas para o concurso "Miss Universo", evento organizado pelo magnata norte-americano Donald Trump. E conquanto figurava entre as três favoritas a receber a coroa de diamantes no final, os organizadores decidiram desqualificá-la. A razão? Talackova nasceu homem.

  "Ela não tem os requisitos necessários  para competir no concurso, e isso foi lembrado em diversas oportunidades no módulo de inscrição", manifestaram os realizadores  da 61º edição do concurso de beleza e talento em um comunicado.

- "Jenna Talackova sente-se uma verdadeira mulher e é uma verdadeira mulher. Não esperava que colocassem isso em discussão", disse por sua vez o diretor do evento, Denis Dávila. Não obstante sublinha: - "As regras são muito claras e não existe forma de voltarmos atrás".

Para competir no "Miss Universo Canadá", as aspirantes devem satisfazer alguns requisitos fundamentais: ser cidadãs canadenses, ter entre 18 e 27 anos e não estar grávidas. Não obstante, o regulamento não faz nenhuma menção sobre a mudança de sexo ou intervenções de cirurgia estética.